sábado, 24 de novembro de 2012

Mudança apenas por mudar


Há 12 anos atrás também esperávamos por mudanças. Não pelas nossas próprias mãos. Transferimos a terceiros a confiança do povo. 
Abaixo a reprodução do 1º ofício do Governo de Transição que instalava-se e assumiria em 2001 encaminhado ao até então Governador do Estado do Rio de Janeiro. O documento pode ser considerado um "clássico" pela sua atualidade. Isto é, passados 12 anos as demandas são tão atuais quanto à época. A postura também. Transferir ao Estado a incumbência em fazer e acontecer.
Não podemos admitir que as únicas mudanças que venham a ocorrer no município no ano de 2013 sejam a obra da Paraty-Cunha e do esgoto do centro-histórico. O pleito da Paraty-Cunha está em voga há décadas e o esgoto do centro-histórico tem apelo há quase 12 anos!
Por que não conseguimos avançar enquanto povo? O que nos falta? Dinheiro? Competência?
Coragem para enfrentar os desafios e vencer ou fracassar pelo próprio esforço? Talvez, mas o que nos carece de fato é uma postura! Estamos a mercê de governantes que esperam pela herança, enquanto o povo, desiludido, confiou na mudança sem a opção de escolher o tipo de mudança ou o nível e efetividade que esta mudança se daria.
Votamos na mudança pela própria mudança em si e colheremos a incerteza por esta mesma mudança.
"Paraty, 06 de dezembro de 2000.
Exmo. Sr.
ANTHONY WILLIAM GAROTINHO MATHEUS DE OLIVEIRA
DD. Governador do Estado do Rio de Janeiro

Senhor Governador.

                   Sendo V.Exª. homem dointerior, sabedor das dificuldades que os prefeitos enfrentam em seus municípiosem contato direto e permanente com a população e, sendo Paraty um municípioMonumento Nacional, Monumento do Estado do Rio de Janeiro desde 1945, protegidopor oito legislações federais e estaduais que só existem no papel sem nenhumaação prática na aplicação do conjunto de legislação, solicitamos de V.Exª. suaatenção e apoio especial ao que se segue:
1.     O município de Paraty é dotado de 78 estradas vicinaisde vital importância para a fixação das comunidades sertanejas e acesso àsbelezas naturais do município. Solicitamos V.Exª. recursos para a compra einstalação de equipamentos para a formação da patrulha rodoviária e para issonecessitamos da aquisição de 08 (oito) caminhões, 01 (um) trator de esteira, 02(duas) retro-cavadeiras, 01 (um) rolo de compactação, 01 (uma) patrol, 01 (uma)bomba de areia (para limpeza, dragagem de rio da baía de Paraty) e 01 (uma)draga de caçamba e máquina para construção de meio-fio;
2.     Os rios Perequê-Açu e Matheus Nunes que cortam acidade e os bairros mais populosos constantemente com qualquer chuva de verãocausam inundações e prejuízos irreparáveis. Da mesma forma, à frente da cidade,no local chamado de Terra Nova e nas imediações do único cais de desembarque deParaty que serve ao pescador ao transporte de passageiros e turistas, estasáreas estão completamente assoreadas, precisando em caráter de extrema urgênciade um projeto de dragagem e limpeza, anexo três relatórios, primeiro; o devistoria técnica na orla marítima de Paraty datado de 13 de agosto de 1993 realizadopela SERLA, segundo; relatório realizado pelo Laboratório Nacional deEngenharia Civil - Departamento de Hidráulica do Instituto OceanográficoPortuguês datado de fevereiro de 1984 e, terceiro; Relatório de Visita Técnicapara Diagnóstico de Problemas de Erosão e Assoreamento na Orla Marítima daCidade de Paraty - Relatório nº 18-297 do Instituto de Pesquisas Tecnológicasdo Estado de São Paulo datado de 05 de março de 1983. Em caráter de urgênciasolicitamos ainda para o mês de janeiro de 2001 R$ 80.000,00 para a construçãode flutuantes que utilizaremos no cais de desembarque de Paraty e emcomunidades costeiras;
3.     O Hospital Municipal de Paraty data de 1822 é umprédio tombado pelo IPHAN e mantêm a mesma estrutura dos antigos hospitaistotalmente inadequados para os tempos modernos. O próprio Plano Diretor indicaa construção de outro prédio hospitalar e o aproveitamento do atual para centroadministrativo e cultural, que é também uma grande carência no município.Assim, solicitamos uma verba de R$ 3.000.000,00 para a construção do novohospital e ainda, em caráter de urgência, dois veículos a diesel para serviçode ambulância;
4.     Historicamente o município tinha um portão de controlede entrada e saída de pessoas e mercadorias que abria-se às 6:00 horas da manhãe fechava-se às 18:00 horas com um tiro de canhão do Forte da Ilha das Bexigas.Também o sistema de transporte era realizado por charretes e carruagensconforme documentação anexa. Assim, solicitamos a verba de R$ 310.000,00 paraconstrução do novo portão e centro de informações turísticas da cidade seguindoo antigo e confecção de 40 exemplares dos antigos meios de condução;
5.     Área de esporte. A prefeitura possui um terreno de50.000 m² destinado a construção de um centro esportivo no lugar denominado Jabaquara,solicitamos uma verba de R$ 300.000,00 para obras de aterro e construção doreferido centro esportivo constando de: campo de futebol, duas quadraspoliesportivas cobertas e duas descobertas, uma piscina e pista de atletismo;
6.     O orçamento do ano 2000 contempla Paraty com 50unidades habitacionais no valor de R$ 135.000,00, solicitamos a liberação destaverba o mais rápido possível para que possamos realizar o trabalho no início doano 2001 e, solicitamos ainda, a inclusão no próximo orçamento de 500 unidadeshabitacionais;
7.     A maricultura e o turismo ecológico são as grandesvocações para as comunidades caiçaras tombadas pela Lei Estadual 1859/91 e peloDecreto Lei Federal 89242/83, assim solicitamos apoio financeiro para limpeza,sinalização de trilhas e implantação de projetos de maricultura nas seguinteslocalidades: Ponta Negra, Pouso da Cajaíba, Calhaus, Praia do Sono, Trindade eSaco do Mamanguá. Solicitamos para a realização deste projeto R$ 150.000,00.Solicitamos ainda e em caráter de urgência a inclusão destas localidades noProjeto Luz no Campo e a instalação de linhas telefônicas e orelhões;
8.     Em quase todas as comunidades rurais há grandesdificuldades na travessia de rios e canais e, os meio utilizados são astradicionais pontes de arame, assim solicitamos R$ 180.000,00 para novasconstruções e restauração das existentes;
9.     Necessitamos construir três escolas, uma na localidadede Pantanal, uma no bairro de mangueira e outra no bairro de Jabaquara, assim,solicitamos um apoio financeiro no valor de R$ 700.000,00;
10.  A pescapredatória desemprega milhares de pescadores. A saída para habitação do habitatmarinho é a construção e instalação de recifes artificiais conforme xeroxanexo. Solicitamos apoio financeiro no valor R$ 120.000,00;
11.  O antigosonho do povo paratiense é ver o Bairro Histórico, nossa principal fonte de emprego e renda e desenvolvimento doTURISMO CULTURAL, realizando as obras necessárias de instalação da RedeElétrica Subterrânea conforme projeto anexo, eliminando assim a grande quantidadede postes que tanto enfeiam e prejudicam a visibilidade do casario colonial deParaty. Valor orçado e corrigido para 2000 é de R$ 1.951.037,32;
12.  Apoio paraa construção de uma escola profissionalizante dentro da proposta de GERAÇÃO DE emprego e renda;
13.  Apoiofinanceiro para a reconstrução da estrada parque na localidade da Praia doSono;
14.  Prioridadena implantação do Projeto Luz no Campo nas comunidades de Praia Grande daCajaíba, Sono, Mamanguá, Calhaus, Pouso da Cajaíba, Ponta Grossa, PraiaVermelha e Ponta Negra. Comunidades estas que vivem em grandes dificuldades,totalmente à margem do mundo moderno e informatizado, e ameaçada de êxodo.
                   Esperamosque V.Exª. faça justiça, resgatando a grande dívida que o estado do Rio deJaneiro tem com Paraty desde 1714, quando o paratiense Francisco do AmaralGurgel saindo da localidade do Paraty-Mirim com um carregamento de açúcar,outros produtos agrícolas e uma tropa paratiense negociou pessoalmente oresgate do Rio de Janeiro que estava em mãos dos franceses".


domingo, 11 de novembro de 2012

Responsabilidade: sinônimo de MUDANÇA.


Responsabilidade: um fardo descartável e facilmente transferido para os ombros de Deus, do Destino, da Sina, da Sorte, ou do nosso vizinho. Nos tempos da astrologia, era comum descarregá-lo para cima de uma estrela".Esta definição encontra-se no livro “O Dicionário do Diabo”, de Ambrose Bierce. No quesito cinismo, Bierce parece muito com Nelson Rodrigues ao descrever o mundo ou a vida como de fato é. Uma ilusão de óptica. Uma mentira formal coletiva. A civilização nos protege com conceitos morais, regras de conduta social e nos distancia das reais regras de um jogo de dados viciados.

Para François La Rochefoucauld, “a hipocrisia é uma homenagem que o vício presta à virtude”. Para todo efeito, sendo assim declarada como verdade, tal afirmação condena a virtude a este vício, pelo menos no campo do discurso, da retórica e do sofisma.
O axioma do Conde de Lampedusa, do seu livro “O Leopardo”, nos sinaliza na direção de uma definição para a palavra “mudança” no mesmo tom de Bierce: “É preciso mudar alguma coisa para que tudo continue na mesma”. Ou seja, se queremos que tudo continue como está, é preciso que tudo mude.
Na eleição do novo prefeito de Paraty (2012) nunca a mudança foi tão cotejada, celebrada e bradada ao quatro cantos do município. 62% dos eleitores apostaram nesta palavra. Mas qual a definição de mudança no campo da Política? Bierce, Lampedusa e La Rochefoucauld têm muito a nos ensinar.

sábado, 10 de novembro de 2012

PREMISSAS DE PLANO MUNICIPAL DE TURISMO DE PARATY – 2013 A 2016


INTRODUÇÃO
Em todas as partes do mundo o setor terciário da economia tem assumido importância fundamental para garantir o crescimento econômico e bem-estar social.
A ação governamental frente aos desafios impostos pela globalização, governos atentos às mudanças ambientais desfavoráveis tentam identificar oportunidades que permitam a expansão da atividade turística por considerarem, a priori, a abundância e diversidade de recursos (naturais, culturais, humanos, etc.) na região como fator de potencialidade econômica. 

Assim, governos têm priorizado a atividade turística como o elemento estratégico capaz de assegurar, no curto prazo, o nível de emprego e renda contribuindo para uma imediata melhoria da qualidade de vida da população.
Não obstante, a globalização da economia, caracterizada pelas crescentes mudanças derivadas das inovações tecnológicas e dos encurtamentos das relações espaço-tempo, reduziu o horizonte temporal para tomadas de decisões, tanto na esfera produtiva, bem como perante o processo de elaboração e implantação de políticas públicas. A ação imediatista de governos na tentativa desordenada de alavancar o crescimento da atividade turística de uma cidade pode trazer conseqüências desastrosas e impactos negativos (devastação das paisagens artificiais e naturais e descaracterização dos usos e costumes, etc.) que não só prejudicariam os turistas e os moradores locais, mas também contribuiriam decisivamente para a falência de toda atividade turística, comprometendo desta forma todos os resultados sócio-econômicos esperados.
Portanto, a aparente dificuldade dos governos em elaborar e implementar políticas públicas voltadas para o pleno desenvolvimento do potencial turístico de forma sustentável e que cumpra o seu papel social está intrinsecamente relacionada com a ausência de um Plano, capaz de diagnosticar, identificar e caracterizar ou, até mesmo, criar os seus principais produtos turísticos, divulgá-los e comercializá-los. Assim, através de uma atuação planejada o governo deve definir com segurança os instrumentos de políticas públicas capazes de garantir uma maior eficiência na alocação de recursos e otimização das potencialidades econômicas da atividade turística com perspectivas favoráveis de reduzir a possibilidade da ocorrência de qualquer impacto negativo imposto ao meio-ambiente, aos empresários e à coletividade.

JUSTIFICATIVA
O turismo pode ser entendido como um conjunto de atividades que se desenvolve e torna-se cada vez mais dinâmico, sofisticado e diversificado à medida que, ao longo do tempo, as práticas comerciais abrangem dimensões espaciais maiores e utilizam de mecanismos próprios que permitam a realização de trocas com maior facilidade, rapidez e segurança.
O turismo é uma atividade de cunho comercial expressa em “pacotes turísticos”. Ou seja, o turismo concentra-se visualmente em suas potencialidades comercialmente oferecidas na forma de produtos turísticos.
No entanto, as potencialidades turísticas do município deveriam constituir um produto turístico. Este produto turístico deveria ser necessariamente entendido como as atrações (oferta turística natural e artificial) que correspondem aos motivos que determinam a escolha de um lugar em relação a outro; as facilidades (infra-estrutura) que garantem e complementam as atrações oferecidas; e as acessibilidades (meios de transporte e de comunicação) que permitem que os deslocamentos se realizem.
A construção de um produto turístico competitivo representará um conjunto de atividades de suma importância para o desenvolvimento econômico local e sustentável e estará relacionado diretamente com o fortalecimento do mercado na comercialização de bens e serviços turísticos e a sua capacidade de promoção do bem-estar social, ou seja, o produto turístico tem como característica a capacidade de envolver ao longo da sua composição diversos setores da atividade econômica, e quando bem articulado traz progresso e benefícios para uma localidade, tais como emprego, aumento da arrecadação de impostos, agregando valores positivos ao setor educacional e de saúde.
O conjunto das ofertas turísticas (naturais e artificiais) determina o potencial turístico de uma localidade e/ou região. A atuação dos agentes econômicos, setores público e privado, a partir da elaboração de políticas públicas e privadas direcionada pelas estratégias de desenvolvimento específicas para a valorização da atividade turística, auxiliarão as tomadas de decisões na alocação eficiente de recursos que possibilitarão a consolidação do tripé atrações-infraestrutura-acessos, fundamental para a composição de um produto turístico competitivo.

DIRECIONADORES DO PLANO
O Plano de Turismo de Paraty deverá estar fundamentado em 13 DIRECIONADORES, conforme abaixo.
  1. Sustentabilidade como modelo de desenvolvimento: agregar cadeias de valor ao produto turístico relacionadas com a sustentabilidade, dinamizando a economia local, conservando o meio ambiente e fomentando práticas ambientalmente seguras, demonstrando que por si só o Turismo não só não destrói como adiciona valor e qualidade de vida. DAR IDENTIDADE E AGREGAR VALOR INTANGÍVEL AO PRODUTO TURÍSTICO.
  2. Mercados Emissores: assumir os mercados interno e externo como prioritários para o crescimento dos negócios, defender a posição do Estado de São Paulo, Europa, principalmente, a França, Alemanha, Inglaterra, Itália, Espanha, com ofertas segmentadas e dinamizar o crescimento em outros mercados: Minas Gerais, Região Sul do Brasil, Argentina, Estados Unidos e Ásia (China). DEFINIR O FOCO DE ATUAÇÃO.
  3. Acessibilidades: ampliar as ligações terrestres e criar ligações aéreas e marítimas. MELHORAR E/OU CRIAR VIAS DE ACESSO E APERFEIÇOAR OS SISTEMAS DE TRANSPORTE.
  4. Estratégia de Produtos: desenvolver e estruturar uma oferta multiprodutos sem perder de vista o core-business, renovando a oferta de "Sol & Mar", apostando numa estruturação inovadora das modalidades de turismo: cultural, de negócios, ecoturismo, turismo de saúde e bem-estar, dentre outros, enquanto atenuadores da sazonalidade. DEFINIR O CARRO-CHEFE (CORE-BUSINESS) E CONSOLIDAR UM PRODUTO DIVERSIFICADO.
  5. Promoção e Distribuição: criar uma capacidade de venda do setor, fomentar a promoção e distribuição, alinhar os investimentos promocionais por mercado com o seu peso relativo nas receitas, adequando o mix de produtos e instrumentos de promoção em função da respectiva eficácia. PROMOVER E DISTRIBUIR OS PRODUTOS.
  6. Experiências e Conteúdos: desenvolver e inovar conteúdos tradicionais que constituem fatores de diferenciação e caracterização da cultura local e que estejam na base de experiências marcantes e genuínas, constituindo também novas oportunidades de atividade econômica. GARANTIR AS TRADIÇÕES.
  7. Eventos: dinamizar um calendário de eventos que reforcem a notoriedade do destino e a captação de turistas de bom poder aquisitivo e nível cultural elevado e que incluam uma mostra da história, tradições e cultura locais e cuja autenticidade enriqueça a experiência do turista. EVENTOS POSICIONADOS EM RELAÇÃO À DEMANDA.
  8. Qualidade urbana, ambiental e paisagística: assumir a qualidade urbana, ambiental e paisagística como uma componente fundamental de valorização e qualificação do destino assegurando, para tal, um maior envolvimento neste domínio por parte das entidades públicas e privadas ligadas ao Turismo. INTERVIR NA INFRAESTRUTURA VOLTADA AO TURISMO .
  9. Qualidade de Serviço e dos Recursos Humanos: reforçar a qualidade do Turismo ao longo dos momentos de interação com o turista através de operacionalização de um sistema de qualidade turística e da formação, capacitação e valorização dos recursos humanos, com instrumentos de avaliação regular. ESPECIALIZAR MÃO-DE-OBRA E MEDIR A QUALIDADE DOS SERVIÇOS PRESTADOS.
  10. Eficácia e modernização da atuação dos agentes públicos e privados: facilitar a interação das empresas com a SECTUR, promover a difusão do conhecimento e estimular a inovação e modernização empresarial, em particular no tocante à promoção e comercialização. COMPARTILHAR A DIFUSÃO DO CONHECIMENTO E O ACESSO A MERCADOS.
  11. Elaboração de projetos e captação de recursos: elaborar e estabelecer uma Carteira de Projetos para captar recursos públicos e privados. CAPTAR RECURSOS PARA O GOVERNO EM PROL DAS INSTITUIÇÕES TURÍSTICAS.
  12. Sintonia com o mercado: compor junto às empresas privadas ligadas ao Turismo um fórum permanente para discussão dos interesses dos empresários (Câmara Setorial do Turismo). ESTAR ATENTO ÀS DEMANDAS DO SETOR TURÍSTICO.
  13. Financiamento do setor: criar o fundo financeiro para financiamento da atividade turística e dos negócios relacionados com o Turismo. FOMENTAR O TURISMO.
PROGRAMAS DE TURISMO
A implementação do plano será executada através de um conjunto estruturado em cinco eixos principais denominados de PROGRAMAS:
I. Qualidade turística sustentável
- Sustentabilidade como modelo de desenvolvimento.
- Qualidade de serviço e de recursos humanos.
- Qualidade urbana, ambiental e paisagística.
- Modernização dos agentes.
II. Enriquecimento da oferta
- Experiências e conteúdos.
- Eventos potenciadores da notoriedade e atratividade do destino.
- Financiamento turístico.
- Captação de recursos.
- Câmara Setorial do Turismo.
III. Produtos e destinos
- Desenvolvimento de produtos estratégicos.
- Desenvolvimento das modalidades de turismo.
IV. Mercados e acessibilidades
- Estratégia de mercados emissores.
- Reforço de acessibilidades.
V. Promoção e distribuição
- Melhor promoção, distribuição e venda (sintonia entre oferta e demanda).